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Sobre

Silvio Celestino é coach de executivos e empreendedores desde 2002. Possui certificação e experiência internacional em coaching. Foi executivo sênior de empresas nacionais e multinacionais na área de Tecnologia da Informação. Autor dos livros: “O Líder Transformador, como transformar pessoas em líderes”, “Conversa de Elevador – uma fórmula de sucesso para sua carreira” e “Diversity in coaching – working with age, gender, culture and race”, esse último escrito em parceria com Jonathan Passmore e Marshall Goldsmith.

Senior Partner da Alliance Coaching – empresa especializada em Coaching para altos executivos.

Fundador da “Enlevo – Treinamento para líderes” e foi Vice-Presidente do Chapter São Paulo da Federação Internacional de Coaches (Brasil).

Coach Executivo de Presidentes, CEO’s, Diretores e Gerentes em organizações nacionais e internacionais.

Administrador de Empresas e Analista de Sistemas, formado pelas Faculdades Associadas de São Paulo. Pós Graduado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Certificado em Coach e Master Coach pelo Instituto de Coaching Integrado. Certificado em Administração de Experiência do Consumidor pela Shaun Smith Co (Inglaterra). Executivo de Negócios por 20 anos em organizações como Microtec Sistemas e Digital Equipment Corporation. Fundador da Symox Informática.

Colunista sobre liderança e carreira executiva dos portais Exame, Infomoney, Administradores, Mundo RH e do programa Olhar Digital.

Conselheiro da Associação Brasileira de Recursos Humanos em São Paulo, ABRH-SP, onde também coordena o Grupo de Estudos de Gestão de Cultura Organizacional.

Conselheiro do Instituto Strabos.

Especialidades:
Coaching Executivo
Workshops e palestras sobre Liderança

Silvio Celestino

Minha história e experiência como coach

O ano 2000 foi marcado pela profunda crise financeira que atingiu a todos a partir do mercado de ações das empresas de internet e de telecomunicações. Naquele ano, eu ainda era empresário na área de Tecnologia da Informação, vendendo sistemas de alta complexidade principalmente para empresas nesses dois setores.

Com uma reserva financeira para dois anos, não pensei que a crise fosse ser tão duradoura.

Entretanto, o tempo passou e as coisas não melhoraram. Foi quando, já no segundo semestre de 2001, resolvemos, meu ex-sócio e eu, patrocinarmos um café da manhã na Câmara Americana do Comércio em São Paulo, para a reunião do Comitê de Tecnologia.

Mas, entre fecharmos o patrocínio e o evento ocorrer, as torres gêmeas caíram devido ao ataque terrorista de 11 de setembro, em Nova York. Aquele episódio foi a pá de cal no mercado de informática.

Ao abrirmos os trabalhos, no café da manhã, eu tinha o direito de fazer um breve discurso como patrocinador. Naquelas breves palavras, procurei enfatizar que se o Brasil amadurecesse como país e os brasileiros como povo, nós tínhamos a mais relevante tecnologia para aquele momento crucial do mundo: a tecnologia de relacionamento humano.

Esse discurso chamou a atenção do coach da Câmara Americana do Comércio, Karsten Mangels. Ele me procurou para conversarmos e, em nossa primeira reunião, me alertou que eu daria um bom coach.

Até então eu não sabia o que era isso. Mas, por coincidência, minha irmã, que mora nos Estados Unidos, me convidou para fazer um curso que os empresários americanos estavam fazendo para saírem da crise. Eu aceitei o convite.

O evento, na verdade, não era um curso, mas um processo de coaching em grupo. E foi a primeira vez que vi um coach atuando e submeti-me a um processo de coaching.

Portanto, uma primeira distinção importante quanto à nomenclatura: coach é o profissional especializado no desenvolvimento de competências de liderança. Coaching é o nome que se dá ao processo.

Isso foi no primeiro semestre de 2002. No segundo semestre eu retornei aos Estados Unidos e fiz a versão avançada do processo e foi quando decidi sair da área de Tecnologia de Informação.

Para isso, tive o precioso auxílio de coaches americanos, da Landmark Education, e também do Karsten Mangels – que se tornou meu coach aqui no Brasil.

Após alguns anos dando treinamento de marketing pessoal e desenvolvimento humano, fui incentivado por meus coaches a me tornar coach também.

Conto sobre essa experiência no meu livro “Conversa de Elevador – uma fórmula de sucesso para sua carreira”.

As áreas de Tecnologia da Informação e de Coaching não podiam ser mais diferentes. Entretanto, graças ao coaching recebido nesse período, foi possível fazer essa transição. É importante observar que o coaching é para o desenvolvimento de competências de liderança. E o primeiro nível da liderança é você ser capaz de liderar sua própria vida.

Aqui também é importante um esclarecimento a respeito do processo. O coaching executivo como prática para o desenvolvimento de líderes empresariais é um desdobramento de uma extensa área de coaching há muito utilizada no campo esportivo e para atores também. Portanto, o uso de metodologias estruturadas é fortemente recomendável, mas também é um processo que foi e é desenvolvido há tempos por coaches que possuem somente a experiência e a intuição como ferramenta.

Minha recomendação é que você procure por um coach que use tudo: método, experiência e intuição.

Ao fazer o curso do ICI (Integrated Coaching Institute) percebi que, de fato, tinha muita facilidade em aprender e aplicar os métodos de coaching. Tanto assim que, para minha absoluta surpresa, ao final do curso fui destacado como primeiro aluno a acertar 100% dos testes propostos pelo ICI.

Aqui vai um alerta para aqueles que desejam ser coaches: observe se você tem vocação para a profissão. Apesar de atualmente muitos serem incentivados a se tornarem coaches, é uma área cheia de desafios, como qualquer outro setor. Sem a energia necessária, uma pessoa nunca será um bom coach. E esta é uma atividade de muita responsabilidade que auxilia a formação de líderes nas empresas e no mundo.

Tive sorte de ter feito o curso de Coaching Integrado. No ano de 2015 estive no X Fórum de Coaches Executivos em Cincinnati, Estados Unidos, e a metodologia integrada foi considerada a mais indicada para o coaching executivo. Como seu nome expressa, ela integra vários métodos de maneira a usar aquele que faz o executivo aprender o mais rápido possível o que ele precisa. Sempre respeitando o seu método preferível de aprendizagem.

Portanto, cada pessoa fará um caminho exclusivo em seu coaching. Não há dois processos iguais.

Hoje, após mais de uma década e meia nesse mercado, posso afirmar que o coaching é a ferramenta ideal para o desenvolvimento de competências de liderança.

Afinal, tão importante quando nos desenvolvermos em nossas carreiras técnicas, é termos o conhecimento e as habilidades para nos tornarmos líderes bem-sucedidos. E colocarmos esse sucesso a serviço das empresas e do Brasil.

Vamos em frente!